O instituto norte-americano Ethisphere, que todo ano publica uma revista com as cem personalidades internacionais mais influentes na promoção da ética, incluiu a presidente Dilma Rousseff no ranking de 2011. Dilma aparece na 42ª posição em uma lista que inclui líderes mundiais, ativistas, artistas e empresários de todo o mundo. Em primeiro lugar na lista, está o ativista social Anna Hazare, da Índia. A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, aparece na 58ª posição, pela promoção de práticas saudáveis para crianças. Na publicação, a presidente Dilma Rousseff é descrita pela revista como uma governante que, no primeiro ano de mandato, adotou medidas para "encorajar a comunidade empresarial do Brasil" a participar de sua meta de erradicação da miséria e redução da desigualdade social. (G1)
O Brasil foi o quarto pais a receber o maior volume de investimentos no mundo em 2011, superando todos os países da zona do euro e levando a América Latina a ter a maior expansão porcentual em todo o mundo, acima mesmo da Ásia. Os dados foram publicados pela Unctad, em Genebra, e destacam a expansão do consumo doméstico nacional e o tamanho do mercado como principais fatores que contribuíram para a atração de empresas de todo o mundo a investir no País. Pelos cálculos da Unctad, o Brasil recebeu US$ 65,5 bilhões no ano passado. A expansão da entrada de recursos no Brasil entre 2010 e 2011 também esteve entre as doze maiores do mundo, com uma taxa de 35% e duas vezes superior à média mundial. (O Estado de S.Paulo)
O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que vai formar sua equipe de assessores e técnicos do Ministério da Educação com base em critérios de "competência", sem dar importância à filiação partidária. Segundo ele, a educação deve ser tratada de forma "suprapartidária" e sua gestão à frente da pasta não servirá de plataforma para projetos políticos pessoais. Mercadante discursou durante a cerimônia de transmissão do cargo deixado por Fernando Haddad, que se prepara para a disputa pela Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano. Ele afirmou que não usará a gestão à frente do Ministério da Educação como "trampolim" para projetos políticos pessoais. (G1)
O Ministério do Trabalho informou que o saldo líquido de empregos com carteira assinada no País caiu 408.172 em dezembro do ano passado. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no acumulado de 2011, o saldo foi de criação de 1.944.560 vagas formais, um recuo de 23,6% em relação ao resultado de 2010, quando foram criados 2,54 milhões de novas vagas. Apesar da queda, o resultado é o segundo maior da série histórica do Caged, de 2003. Considerando o saldo de emprego com a Rais, 2010 foi o recorde histórico de geração de vagas, um total de 2,86 milhões de novos postos. No ano anterior, o saldo ficou em 1,76 milhão e, em 2008, em 1,83 milhão. Em 2007, o saldo foi de 2,45 milhões - até então, o melhor da série histórica. (Agência Estado)
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